O ILHEU

O ILHEU

quinta-feira, 8 de julho de 2010

DESTAS BANDAS

Dias de folga.
Dias de descanso.
Dias de praia.
Foi o que eu tive.
E vou já para a cama porque amanhã o despertador
volta a tocar.

domingo, 4 de julho de 2010

QUERIA TANTO.....

Mas tanto ter uma casita em Porto Santo.
Pode ser pequena (afinal eu até nem gosto
de casas grandes) com algum conforto, que
tivesse uma varanda ou terraço onde eu pu-
desse ter os meus vasos com sardinheiras (
ás cores) e perto da praia.
Seria o meu refugio, o lugar para onde eu iria
naqueles dias em que me sinto perdida.
Queria tanto mas tanto uma casita lá, que desde
o momento em que eu recebesse a chave nunca
mais a deixava (tal como o telemóvel ou o porta-
-moedas).
E era tão giro estar de folga e arranjar mais 1 ou
2 dias e mandar tudo ás urtigas e ir para lá só
porque sim. Sonhos...... mas a vontade era essa.

TUDO NO MESMO

A vontade de andar com a minha vida para a frente
e a falta de coragem para tomar decisões.
E eu só quero ser livre.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Hoje só digo que gostava muito de viver sózinha.
Não me assusta. Só vejo vantagens.
Ter a casa sempre limpa e só para mim.
Não ter de cozinhar.
Ir para onde quisesse e me apetecesse.
Não ter ninguem a chagar-me a cabeça.
Ouvir a música que gosto.
E mais e mais.
Só que não tenho coragem para dizer o tal basta.
Não é medo. Isso eu não tenho. É mesmo a tal
falta de coragem ou de "tomates".

domingo, 27 de junho de 2010

Em que é que ficamos?

Ele diz que eu faço o que quero. que tomo as
decisões que quero, que não peço opinioões
que sou livre e independente.
Eu acho que não, pelo contrário sinto-me
bastante limitada na minha liberdade como
mulher e como pessoa. Se eu fosse indepen-
dente e livre nem sequer estava aqui a escre-
ver estas linhas. Sei que preciso de ser livre
para ser feliz. E neste momento não sou livre
nem feliz. Faço por viver a vida e não gosto de
estar sempre a lamentar-me mas de facto sem
liberdade nunca ninguem é totalmente feliz.

domingo, 20 de junho de 2010

PORTO SANTO

Porque será que ninguem percebe o quanto
preciso do Porto Santo?
Sempre que digo que quero lá ir fazem "ouvidos
de mercador".
Será isto gostar de uma pessoa? Para mim não!
Gostar é perceber, é deixar a pessoa poder voar
e não a ter "acorrentada", é dar liberdade.
Quanto menos liberdade me dão mais eu fujo.
Porque o meu corpo está, mas o resto (e temos
pena) mas o resto ou seja os meus pensamentos
esses são só meus.Ninguém mos tira e com os meus
pensamentos posso voar até onde eu quiser.
Com os meus pensamentos sou a pessoa mais
livre do mundo e é isso que me faz ir para a frente.

domingo, 25 de abril de 2010

APETECIA-ME

Chegar ao pé do meu irmão e da minha prima M.
e perguntar se são felizes. Porque eles, tal como eu,
seguem o código da Familia P. ( a minha familia de
quem eu gosto de fazer parte). Só que a familia P.,ou
seque as suas regras e está-se a borrifar para familia,
trabalho e obrigações ou então segue os códigos do
politicamente correcto. E era isso que eu gostava de
saber. Chegar ao meu irmão e perguntar-lhe olhos nos
olhos "És feliz?" Porque ele casou muito novo porque
esperava um filho, porque tem seguido as regras e có-
digos dos P. Mas será feliz? Tudo o que ele tem lutado
e trabalhado tê-lo-á feito feliz? Gostava de lhe perguntar
olhos nos olhos e saber se as coisas valem a pena.
E a minha prima M. ? Já passou por muito. Coisas nunca
faladas. Hoje aparentemente é feliz. Com a sua prole. Mas
será mesmo feliz? Gostava mesmo de ser capaz de lhe
perguntar, mas se não o faço com o meu irmão muito menos
o faria com ela. Porque á coisas que não se dizem. Porque
o caminho é sempre para a frente. Porque as obrigações são
para se cumprirem. E eu tenho medo que a minha filha vá
por esse caminho. Ela só tem de ser Boa Mãe. Mais nada.
Não tem de casar, nem de ter uma familia feliz. Ela só tem
de ser boa Mãe e de SER FELIZ. Não tem de seguir regras
nem tradições, nem nada.
E eu gostava de ter coragem de falar com o meu irmão.
Sobre o ser feliz. Sobre as obrigações.

SEMI - SECRETO

Esta porra de ter um blogue em que quem nos conhece
mete o nariz não vale. Soubesse eu o que sei hoje e o meu
"Blogue do Ilheu" nunca seria do conhecimento de certas
pessoas. Porque não posso escrever o que quero, só escrevo
o politicamento correcto.
Voltemos atrás.
Nunca planifiquei a minha vida. Ou por outra: Sabia que
queria viver no Funchal, trabalhar, ganhar um ordenado
que me permitisse ter uma vida boa, casar ter um ou dois
filhos e pronto.
Derepente mergulhei de cabeça, tronco e membros numa
paixão, deixei as minhas ilhas trabalho e tudo tudo.
Deixei-me levar. Não ditei regras, por medo aceitei tudo o
que me foi dado e o que me foi retirado. Deixei de querer.
Deixei de viver para mim. Vivi em função de outro.
Não soube impor limites. Era ELe e Ele.
Tive momentos bons e outros menos bons.
No meio destes momentos todos um sentimento foi mais forte
que todos. EU QUERIA UM FILHO/FILHA.
Hoje tenho uma filha e uma neta lindas.
Só por isto valeu a pena.
E só por Elas........

SEXTA FEIRA